É ritmo de festa – Resumo semana 25

E o Queirós???

O mercado está subindo eufórico com o leite de pata dos estímulos dos Bancos Centrais. Semana passada foi Wall Street, esta semana a Bovespa.

Explicando cinicamente os fatores de alta: Há dinheiro dos governos se esparramando num banquete keynesiano. Há relação Preço/Lucro atrativas para a maioria das empresas. Há um potencial de subida de 10-30% ainda para a maioria das ações desde o pico. Há gente cheia de medo de ficar de fora da alta (FOMO – Fear of Missing Out). Há pessoas inteligentes trancadas (ouso dizer que inutilmente, vendo o avanço da doença) em casa apenas olhando pornô e Bolsa. Há investidores institucionais que saíram no crash e precisam voltar à Bolsa para acompanhar o benchmarking. Há os juros mais baixos da História do Brasil. Enfim, tudo é uma receita para altas.

Porém quando sai números do corona os mercados caem. Isto é um fator de manipulação externo artificialíssimo. Não é desconhecido a ninguém que há interesses tremendos na disrupção econômica do mundo ocidental. O mais estranho do coronavírus foi justamente o pânico coletivo artificial criado através de um cuidadoso experimento social, seja aumentando a letalidade da doença, seja ocultando a cura da cloroquina. Justamente nestas duas semanas em que a reabertura econômica começa, notícias cuidadosamente plantadas na mídia de aumento dos casos tentam trazer de volta o terror e o pânicos das quarentenas. Tudo isto afetou o mercado. Ao ponto de notícias de fechamentos de lojas da Apple derrubarem os mercados pujantes sexta.

No entanto, a harmonia simultânea com que se lançam em todo o planeta campanhas destinadas a mudar radicalmente os hábitos e valores da população, forçando-a a respeitar o que abomina e a abominar o que respeitava até à véspera, basta para mostrar, mesmo a quem nada saiba da origem concreta desses empreendimentos, que essa origem existe e que ela não reside em nenhum mistério celeste ou lei histórica, mas em agentes humanos de carne e osso, apenas enormemente poderosos, organizados e perseverantes. Esses agentes não são secretos, são apenas discretos, embora muitos deles, bastante famosos até, alardeiem seus motivos e suas ações em livros e conferências. 

Olavo de Carvalho, O mundo de hoje na linguagem de ontem, 27/07/08

Perseguição jurídica implacável a Jair Messias Bolsonaro

E o Queirós??? Está com Os Maias!!!

Estudar só Direito é o caminho de se tornar o homem sem virtudes. Como qualquer alimento, apesar de nutritivo, o Direito faz mal se consumido exclusivamente. Tamanhas barbaridades se acumulam vindas da Suprema Corte que este aqui se arrisca a ser um comentário jurídico, e não financeiro. Mas como investir sem segurança jurídica????

Para pegar Bolsonaro também é ritmo de festa! O STF com sua jurisprudência criativa frutificou mais uma jabuticaba, a decisão interlocutória declarativa, em que se explica algo fora do âmbito do processo e das partes à nação. O Sr. Luis Fux a pedido de uma ação do PDT veio a dizer que as Forças Armadas não são poder moderador. Bem, o Exército não é Poder Moderador mas o STF não é nem Poder Executivo nem Legislativo, com a diferença que o Exército ainda não moderou nada, exceto sua moderação em defender o presidente de ataques dia e noite.

As forças armadas nacionais bem merecem o verso do poeta inglês: “Admirals extolled for standing still, or doing nothing with a deal of skill“. O poeta William Cowper falou dos Almirantes, mas se aplica ao talento político dos generais no governo. Mas a passividade do Executivo frente aos avanços da cúpula judiciária não é apanágio apenas dos fardados, os civis se esforçam por bajular os Onze Supremos. Até o Advogado-Geral da União compactua com o inquérito ilegal.

Com aliados assim, Bolsonaro não precisa de inimigos. Mas os têm, aos montes, e eles cada vez ficam mais assanhados com o governo inerme. A fraqueza atrai a agressividade. No Brasil, as fake news são secretas, e não públicas, o STF precisa ir no computador de quem guarda, e não espalha.

Os aliados do presidente são perseguidos implacavelmente. Sara Winter, presa ilegalmente (espero que não me tomem o laptop por escrever isto!), foi transferida a um presídio onde é jurada de morte. Até o vendedor de carros Fabrício Queirós, escolhido para perseguir o senador Flávio Bolsonaro, foi preso, em que pese nem mesmo haver acusação formal. As criatividades jurídicas se acumulam para perseguir o presidente e dane-se o due process of the law. Verdadeiramente os processos de Moscou fizeram escola. Os processos de Brasília estão demais! Pior, nem processo é, é apenas um inquérito!!! Como diz a anedota atribuída a Getúlio Vargas , “Aos meus inimigos nada, nem a lei“.

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