Amigos, Amigos, negócios a parte – Resumo Semana 48

Conflito EUA x Brasil

O assunto do momento foi a declaração do presidente americano, via twitter, de que restauraria as tarifas de aço do Brasil e Argentina.

Há uma certa injustiça na declaração, porque o Brasil não desvalorizou sua moeda, e sim o mercado em resposta ao dólar forte da pujança da economia americana e as baixas taxas de juros do Brasil.

Bolsonaro agiu sabiamente, disse que iria falar com Trump e a Bolsa rapidamente se acalmou. A verdade é que muito pouca gente realmente sabe o que estas tarifas siginificam e o impacto que elas tem. A regra são tarifas mesmo, foi uma mercê inicial a Bolsonaro a falta de tarifação do Brasil. Mas o mercado age com motivos inesperados: as ações das siderúrgicas fecharam em alta boa: CSN ON (CSNA3), alta de 5,73% e teve o melhor desempenho do Ibovespa; Gerdau PN (GGBR4) e Usiminas PNA (USIM5) subiram 2,65% e 2,00%, sucessivamente.

O que poderia Bolsonaro fazer? Romper com o principal aliado? Nem se fosse dono da Gerdau… Trump tem sido fundamental na geopolítica como aliado do Brasil, ele precisa fazer estas concessões a setores eleitorais seus. E – mais importante – ele é presidente americano e precisa defender os interesses americanos. Grande parte dos problemas do Brasil e EUA era porque seus presidentes passados se voltaram as costas aos interesses nacionais e cumpriram as agendas do Foro de São Paulo e da elite globalista. Trump e Bolsonaro serão homens honestos e dignos se realmente seguirem o pactuado com seus eleitores.

Mas a Imprensa, agindo como um verdadeiro partido de oposição, deu ao investidor uma oportunidade de ouro. Conforme muito bem apontado nos dias seguintes, a capa da revista Veja, cada vez mais Carta Capital, veio colocando um dólar em forma de foguete. Ato contínuo, o dólar, caiu, caiu e caiu como um balão furado. O topo é assim mesmo, quando todos falam.

A sanha da Extrema Imprensa em atacar Bolsonaro é tamanha que pegarão qualquer número pontualmente ruim, seja o dólar, a carne, o quilo do pirarucu de barriga vermelha do mercado municipal de Aracajú, e darão ampla divulgação como se fosse o apocalipse econômico.

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