Enfim a Reforma da Previdência é Aprovada – Resumo semana 43

Foro de São Paulo

Desde o início do ano a expectativa era se e quando a reforma da previdência seria a aprovada. Visto o histórico, nós esperávamos que isto se desse no final de setembro. Pois é, o Congresso nos surpreendeu e foi mais lento do que esperávamos.

De fato, a lentidão se deu apenas pela vontade dos deputados e senadores. O governo no início até teve alguns problemas de “diálogo” com aqueles que estavam acostumados a trocar votos por benesses. Passado um tempo, a suposta falta de articulação até sumiu dos jornais, visto a vitória esmagadora na votação da Câmara.

Os jornalistas voltaram-se então para as falas do presidente Bolsonaro, polemizando tudo o que ele dizia e trataram de dar todos méritos para o presidente da Câmara Rodrigo Maia em relação a aprovação da reforma, também conhecido como Botafogo.

A reforma da previdência é aprovada

Ao chegar no Senado no início de agosto, tudo parou. Os gloriosos senadores queriam negociar, articular. Fizeram um jogo pesado com o governo para fazer as votações.

Na verdade, não era só a tentativa de conseguir algo em troca do governo, mas era também a repetição da estratégia de Maia por Davi Alcolumbre: segurar a votação, ir na imprensa afirmando que faltava empenho do governo, então para no final dizer que a reforma foi uma conquista do Congresso e sem dar mérito algum ao menos para a equipe do ministro Paulo Guedes.

Assim, está descrita de forma breve a cronologia dos fatos. O importante para nós é que a reforma da previdência foi aprovada. Embora a economia foi bastante reduzida, para algo em torno de R$800 bilhões, ainda assim ela é fundamental para o futuro do país.

Bolsonaro na China

O presidente Bolsonaro está em viagem à China. A despeito da sua aversão ao comunismo, tanto ele quanto nós brasileiros precisamos do dinheiro chinês para reerguermos nossa economia.

A polêmica criada pela mídia desta vez é em torno do presidente ter afirmado que estaria em um país capitalista. Teve até matéria do Uol com os ditos especialistas. Um chegou bem perto da definição. No entanto, a pergunta: “a China é capitalista ou comunista?” feita já é por si errada e mostra o desconhecimento ou a tentativa de confundir o leitor. Comunismo é um sistema político. Capitalismo é um sistema econômico. Compará-los é o mesmo que comparar bananas e abacates.

Ademais, a economia do país já vinha dando sinais de recuperação, criando empregos, aumento do PIB. Somando-se a melhora na infraestrutura – palmas aqui para o trabalho excepcional do ministro Tarcísio – e a redução da criminalidade com apreensão recorde de drogas, temos as condições ideais para os investidores acreditarem no país e aportarem seu dinheiro aqui.

O perigo ronda a América Latina

Foro de São Paulo

A boa notícia na América Latina é que a reforma da previdência foi aprovada no Brasil. Todavia, temos um cenário desafiador para as democracias do continente.

Equador, Chile, Colômbia e Peru sofreram com protestos da população. O preocupante nestes protestos são que parecem orquestrados. Eles aconteceram pouco tempo depois da reunião do Foro de São Paulo, alguns contra governos de direita e outros contra os efeitos da ação deste grupo. Assim, a maior organização comunista do continente latino americano continua ativa e tudo indica que a próxima vítima poderá ser o Brasil.

Além disso, tivemos eleições na Bolívia. Embora Evo Morales tenha sido re-eleito pela quarta vez, os indícios de uma grande fraude são gritantes. Pertencente ao Foro de São Paulo, o atual presidente está virando um ditador na Bolívia. O tribunal eleitoral boliviano rasgou a constituição do país para Evo poder concorrer novamente.

Na Argentina e no Uruguai a expectativa é que representantes da organização comunista também voltem ao poder. Pobres dos nossos vizinhos. Seus aliados serão: Venezuela, Cuba, Coréia do Norte, Rússia, Irã e China.

Por que os vizinhos são importantes para o Brasil?

Em um momento o qual o país têm aprovada uma reforma tão importante como a previdência e tem no radar outras para alavancar a economia, reduzir a impunidade e diminuir o peso do Estado sobre os brasileiros, o comércio com os vizinhos é estratégico para essa retomada.

No entanto, o que se vê é talvez um certo isolamento do Brasil, pois os representantes comunistas dentro e fora do país querem derrubar o governo Bolsonaro. Por isso, se espera que a máquina de moer administrada pela mídia aumente, as restrições à liberdade de expressão comprima o povo e, por fim, o caos reine.

Para quem investe só país, mais insegurança traz risco, o que pode abalar nossa retomada econômica, fazer a bolsa cair e o dólar subir. Por enquanto, o otimismo segue no mercado de ações. A bolsa bate recordes e o dinheiro vem dos investidores domésticos. Bom sinal.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *