Fechamento de um ciclo – resumo semana 51 e 52

O ano de 2020 entrou para história. Não é mais um clichê daqueles que todo jornalista solta quando faz a retrospectiva do ano. Os acontecimentos do ano marcaram, pois, o fechamento de um ciclo. Nossa sociedade sofreu o tão alardeado e conspiracionista reset.

No início da famigerada “pandemia”, havia alertado como o novo normal seria baseado na revogação dos direitos fundamentais de cada indivíduo pelo bem da coletividade. Quem ditaria as novas regras seriam uma prole de iluminados – exatamente como denominou o Luis Roberto Barroso – que pelo “bem comum” tomariam as ações necessárias.

Pois bem, um ano se passou. Nenhuma ação tomada pela elite mostrou-se eficaz ao combate do vírus chinês. Pior, muitas delas tiveram resultado inverso ao declarado. Algo esperado quando visto quais seriam os reais motivos dos globalistas.

A Europa caiu de joelhos diante das quarentenas irrestritas. Trancar as pessoas em casa virou artigo primeiro das constituições européias. Espirrar em público virou crime. Caso dois espirrem, a cidade inteira é trancada. Não precisa ser um gênio para perceber que as quarentenas não funcionaram e muito menos retardaram a disseminação do vírus chinês como alardeavam os governantes. Na Inglaterra, por exemplo, houve lockdown em novembro, agora em janeiro estão repetindo a dose.

A mídia foi o braço forte da estratégia. Técnicas de manipulação foram usadas ostensivamente. Criou-se pânico. Covid, fique em casa, máscara, álcool gel. Repetidos exaustivamente. Tiraram-nos tudo: emprego, dinheiro, família, empresa, ir e vir. O povo, sobretudo o mais pobre, caiu e ainda acredita no que os jornalistas dizem. As pessoas foram conduzidas como gado para o local de abate. Nas festas de final de ano, um verdadeiro plantão investigativo policial foi montado. Qualquer um que ousasse ir à praia sem máscara e com toda família era tratado como um criminoso. Todavia, não é um criminoso comum. Assaltantes, assassinos, estupradores são vítimas da sociedade, merecem liberdade. Já seu José e dona Maria que trabalham o ano todo – quando lhes é permitido – merecem o pior dos castigos, pois “não se cuidam”. Assim, não custa perguntar: como os amantes do vírus e da ciência explicam pessoas que usam álcool gel até no reto, não tiram a máscara nem quando estão no carro sozinhos e pedem comida tele-entrega todos dias pegam o vírus chinês? Elas “não se cuidam”?

Precisamos compreender que este é o novo padrão de sociedade que nos foi imposta. Agora faremos apenas o que nos é permitido pela elite invisível. Eles já definem a hora que podemos comer, sair de casa e quantas pessoas podemos ver ao mesmo tempo. Logo definirão quantos ovos e quantas gramas de carne poderemos comer por dia. Bem-vindos ao novo ciclo, à sociedade comunoglobalista.

Diante deste cenário, entramos em 2021 com as melhores expectativas possíveis. Nada poderia ser melhor do o presidente americano eleito com mais votos da história que não consegue reunir mais de 1.700 pessoas online para assisti-lo, enquanto o perdedor reune 240 mil. Além disso, temos uma China poderosa, imponente que servirá de modelo de desenvolvimento para o mundo todo. No Brasil, temos um governo de coalizão que apaziguou as relações entre comunistas e bolsonaristas e agora um grande futuro nos espera.

Deste modo, ao longo de janeiro falaremos sobre os desfechos das eleições americanas, dos avanços do partido comunista chinês pelo mundo e a aliança de Bolsonaro com o Centrão que poderá acabar em impeachment. Além disso, pouco importa os números econômicos porque temos que nos preparar para para as consequências vindouras após o fechamento do ciclo. Gostemos ou não é a realidade imposta.

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