A tempestade – Resumo semana 45 e 46

Os mercados seguem otimistas com as notícias da efetividade das vacinas. A extrema imprensa finge que Biden foi declarado presidente americano. O assunto do momento é a segunda onda. Mas os acontecimentos no horizonte são como a tempestade que vem de longe, nada se vê, apenas é possível ouvir os som dos trovões.

Desde o dia 3 de novembro o mundo vem passando por momentos de incerteza. O mercado financeiro segue o noticiário da imprensa tradicional e olha para a tal segunda onda e para o placar das vacinas. Ademais, consolidou-se neste ano a política de estado encarcerar as pessoas em casa. Sair de casa para tomar um café na padaria virou crime hediondo. Alguns governantes estão convocando as pessoas a denunciar caso vejam um vizinho saindo de casa. Nunca na história da humanidade tamanho poder ficou concentrado mão mão de tão poucos.

A segunda onda ditatorial, como na Inglaterra de Boris Johnson que aprisionou novamente os ingleses em suas casas por 4 semanas, deverá fazer com que as economias entrem em outra recessão. A expectativa é que Alemanha, França, Itália e Inglaterra sejam as economias da Europa mais atingidas.

Enquanto os jornalistas treinados no discurso comunoglobalistas fingem que nada têm a ver com a destruição das economias, dão às falas de Janet Yellen a autoridade que nem Adam Smith teve. Tudo isso porque Biden declarou que, caso não seja preso, ela seria a Secretária de Tesouro Americano.

Além do mais, os militantes na mídia escrevem linhas e linhas em seu jornais sobre como anda bem a recuperação chinesa. O país comunista é erguido ao pódio mundial da recuperação. Atribuem-lhe o prêmio de única grande economia mundial que crescerá no ano. Nada sobre as inconsistências dos números do país comunista é dito. Os Estados Unidos da América, por sua vez, é esquecido pelos paladinos da verdade. Não importa o tamanho da recuperação econômica. Tampouco do emprego. Em uma pesquisa 39,4% dos americanos que votaram no candidato socialista não sabiam que foram criados mais de 11 milhões de empregos no governo Trump.

Os associados tupiniquins não ficam atrás. Ignoram a pujança econômica brasileira. Vale falar de tudo. Menos dos números de emprego, da balança comercial e da alta demanda da indústria. No entanto, quando a Confederação Nacional da Indústria resolve dar vitória para um socialista e espera boas relações, vê-se o tamanho da influência dos jornalistas. Passadas a eleições, o mantra covid, covid é repetido dia e noite a fim de alimentar o pânico na população e nos agentes de mercado. Até os acontecimentos do país vizinhos são manchete. Comemoram o imposto sobre grandes fortunas – o qual certamente jogará os hermanos no poço venezuelano – ao mesmo tempo que não sai uma linha sequer sobre 45% dos argentinos estarem na pobreza ou que apesar da quarentena mais longo do mundo o número de mortos não pára de subir.

A verdade é que a tempestade se aproxima. Talvez possa tardar um pouco. Mas quando ela chegar qualquer um que tente ligar jornalistas, partido democrata, China e grandes bilionários serão chamados de teóricos da conspiração. Terraplanistas econômicos. Serão deletados da vida social.

Não obstante, para quem acompanha a narrativa montada logo nos primeiros meses de novembro, poderia achar estranho que a Smartmatic influenciou as eleições americanas. Ou que Biden ganhou porque houve o maior crime eleitoral de todos tempos. Ou que a China foi responsável pelo vírus. Ou até que George Soros e os donos das maiores empresas do mundo estiveram censurando todo conteúdo o qual não seguisse a narrativa que os favorecesse.

No fim, o que eles querem é tornar o mundo em um quintal chinês. Onde falar qualquer coisa que desagrade o ditador no comando se transforme em motivo para retaliação, como no caso da suspensão do IPO do Ant Group (Alibaba) Biden já disse que se eleito vai acabar com a autosuficiência energética americana. Vai “dialogar” com a China. Vai investir em Cuba. Em suma, destruir a economia americana, eliminar empregos, fazer com que os trabalhadores dependam do governo e subverter a república da maior potência do mundo são parte do plano de Biden. O objetivo é claramente criar uma nova ordem mundial. Balizada em todo poder para o Estado. O tempo passa, o som fica mais alto, parece que a tempestade está bem próxima a nós.

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