Semana decisiva em Washington – Resumo semana 44

Chegamos nas eleições americanas. Tudo indica vitória de Trump, em que pese a mídia colocar Biden eleito, assim como outrora Hillary. Nos EUA, assim como no Brasil, a reeleição é a regra. O índice de volatilidade, VIX, deu uns saltos, mais por conta das notícias européia que das eleições em si. Os fatos marcantes são ainda a repercussão das escabrosas relações da família Biden com a China e as carreatas populares maciças em apoio a Trump.

As Bolsas esta semana tiveram na última quinta um susto, com queda de mais de 3% devido aos novos fechamentos na Europa. Trata-se de um suicídio econômico que terá um alto preço. É realmente difícil compreender o grau de castração política dos líderes europeus, que assistem inermes suas nações sendo devastadas tanto no campo espiritual pelo terrorismo, politicamente pela cada vez mais invasiva União Européia quanto na arena financeira pelo vírus chinês. De tão coniventes, há que serem considerados cúmplices.

Não obstante, pelo menos no Brasil, na sexta houve uma recuperação junto da bolsa americana, feliz com a provável vitória de Trump. Interessante ser observado no mini-crash que o ouro também caiu. Sempre que o ouro cai com as ações é momento de particular preocupação: trata-se de investidores desfazendo posições para cobrir prejuízos. A regra é que o ouro seja porto seguro, porém a despeito do movimento comprador, ele não é imune a vendas para fazer caixa.

E por mais que os sauditas e russos queiram, nada faz o petróleo subir, tão atacado que foi pela redução do consumo mundial. Em contrapartida, no Brasil, a alta dos alimentos atinge forte a população mais pobre.

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