Reduzindo a velocidade – Resumo semana 43

As insanidades dos governos voltaram a ser impostas na Europa. Os atos de totalitarismo estão reduzindo a velocidade da recuperação econômica no continente na medida que voltam a impedir as pessoas de trabalharam e saírem de casa. Enquanto isso, no Brasil a semana foi positiva. As boas expectativas em relação aos resultados das empresas tanto aqui quanto nos Estados Unidos fizeram com que a bolsa brasileira subisse.

A Itália, por exemplo, mandou os bares encerrarem suas atividades antes e as academias, que dizem fazerem bem para a saúde, fecharem as portas. É mais do mesmo. Mandar e desmandar na vida das pessoas ao bel-prazer de políticos, juízes e burocratas é o “novo normal“, como já havíamos alertado no início dos decretos. Acontece que já se percebe a velocidade de recuperação da economia reduzindo no continente europeu. Embora sejam países desenvolvidos, muitos deles passam por dificuldades fiscais há anos e podem não ter fôlego para aguentar outra quebra na cadeia produtiva e, consequentemente, na economia. Protestos contra as medidas já acontecem por toda Europa.

Na semana que vem, temos aqui no Brasil mais uma reunião do Copom. Com os índices de inflação ainda sob controle, a despeito da alta dos preços de alimentos e matérias-primas, a expectativa do mercado é de que o Banco Central mantenha os juros em 2% por mais algum tempo. Muitos dos efeitos desse choque nos preços podem ser explicados pela alta do dólar.

A extrema-imprensa tradicional e até aquela que se diz especializada trazem constantemente o assunto da compra das vacinas e a classificam como polêmica. Obviamente que a existência de um meio de prevenção atinge o mercado. Porém, tentam ampliar a força do movimento procurando através do pânico conduzir de alguma forma os investidores a prestarem a atenção em assuntos que podem desgastar o presidente Bolsonaro e levar ao controle social maior. Afinal, não se vê um artigo sequer nessas mídias de extrema esquerda que sejam contra a vacinação ser obrigatória.

Do outro lado do mundo, a China aumentou sua receita fiscal em 4,7% no terceiro trimestre. Pelo primeira vez no ano houve aumento. Comparando com o mesmo período do ano passado registrou-se uma queda de 6,4% na nas receitas. Esta queda pode estar relacionada ao corte de impostos feitos pelo governo neste ano como forma de incentivar a economia do país. Contudo, acreditamos que este é um sinal de que a economia do país comunista não vai tão bem quanto os números divulgados mostram. Os números da Coréia do Sul também nos ajudam nessa avaliação. Um dos principais fornecedores do mercado chinês teve queda de 5,8% nas exportações, mesmo que o valor diário delas tenha subido 5,9%, e as vendas para a China de semicondutores caíram 4,6%.

Por isso, é sempre bom lembrar que mentir é o normal de um comunista. A reeleição de Donald Trump pode complicar mais os planos de dominação do partido comunista chinês. A imprensa de extrema esquerda insiste em dizer que Biden está na frente. A “especializada” em mercado financeiro replica as opiniões dos jornalistas de esquerda americanos e afirmam que o candidato, o qual não lembra do nome de seu adversário e acredita estar concorrendo ao Senado, ganha em 88 cenários de cem e está na frente em 10% percentuais. Teve até analista de grande corretora utilizando estes dados para fazer suas “análises”. Em um país o qual o maior propagador de fake news é convidado para fazer campanha contra as fake news, isto pouco espanta.

Todos sabemos que essas pesquisas tem apenas dois fins: influenciar os mais desatentos e sustentar uma fraude. De fato, essa tem sido a tônica em toda a América. Na Bolívia o poste de Evo Morales foi eleito mesmo que grande parte da população rejeite o seu padrinho. Como é linda a democracia que apenas comunistas conseguem vencer. Portanto, resta esperar o resultado das eleições americanas. A tensão durante a semana deve aumentar e a Europa deve mesmo continuar reduzindo a velocidade de sua recuperação até o Natal.

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