Sem um movimento populista – resumo semana 42

Seguindo a cartilha do quanto pior melhor. As notícias vão bombardeando as expectativas futuras de recuperação econômica. Aqueles que aplaudiram o “progressismo” da Venezuela no passado e, até ontem, davam como modelo de enfrentamento da tal pandemia a Argentina tentam minar a confiança dos agentes no mercado no governo com especulações a respeito de um movimento populista de Bolsonaro.

A tática é clara: jogar nas costas do presidente um populismo que todos seus apoiadores rejeitam. O objetivo é, ao mesmo tempo, fazer com que ele perca apoio dos seus seguidores e desestabilizar a economia para evitar sua reeleição.

Os jornalistas de extrema esquerda, que morrem de amores por Kichner e Maduro, acusam o presidente de querer fazer populismo ao querer substituir o Bolsa Família enquanto escondem a destruição causada por seus ídolos nos países vizinhos. Alguns especialistas têm caído na narrativa. Não chega ser um espanto principalmente em um país o qual o representante de um partido que se intitula liberal afirma que quem não quiser tomar a vacina deve ser expurgado da sociedade. A mentalidade esquerdista é a maioria entre os homens do mercado. É o capitalista a serviço da revolução.

Dissonante a tudo que vem sido noticiado são as falas e o posicionamento do ministro Paulo Guedes. Ele afirmou na última sexta, em um evento para investidores realizado pela XP Investimentos, o seguinte: “Tudo indica que a doença está perdendo espaço, temos três ou quatro meses mais. Ao final do ano, estamos buscando um pouso suave desses repasses emergenciais. O presidente disse: ‘se você não encontrar espaço sem um movimento populista, voltaremos ao Bolsa Família’. Melhor do que fazer um movimento maluco e fiscalmente irresponsável”.

Nesse sentido o Bolsa Família é o mais puro populismo. O pai biológico é o PSDB, queridinho da Faria Lima, e o pai adotivo é o PT, membro do Foro de São Paulo. Embora saibamos que o melhor programa social é o trabalho, é essencial apagar as marcas que esses partidos de extrema esquerda deixaram no país. Se não fosse a eleição de Bolsonaro, estaríamos ainda no meio da tabelinha entre Trótsky e Gramsci. Por isso, acreditamos que as contas do governo irão para o lugar de mesmo modo que afirmou o secretário do Tesoura Nacional e teremos um governo sem o movimento populista alarmado.

No exterior, tudo aponta para a continuação da recuperação. As Big Tech’s estão mais do que nunca tentando influenciar a eleições americanas – coisa que declararam querer evitar – para eleger seu candidato. Um reportagem de corrupção do Biden e seu filho foi bloqueada e o Project Veritas expôs um gerente do Google afirmando que favorecem o candidato radical de esquerda Joe Biden.

Além disso, como esperado, os dados divulgados pela China mostram uma franca recuperação da economia. Parece que o país – quem poderia imaginar – sairá mais forte depois das quarentenas causadas pelo vírus que ela própria liberou. Em suma, tempos difíceis nos esperam. Os radicais de esquerda que queimam igrejas no Chile avançam no mundo todo.

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