Pela Salvação Pública não se pode tudo – Resumo semana 37

Mercado financeiro segue andando de lado. O grande susto é a inflação, marcadamente nos alimentos. Enquanto a inflação na educação veio negativa, o índice parece estável, entretanto seu núcleo na comida vai alto, afetando duramente os mais pobres.

Fique em casa!” – foi berrado em todos os canais pagos com dinheiro público a preço de ouro, e referendado pela unanimidade da mídia a da beautiful people. O povo agora vê a escalada de preços nos alimentos nos supermercados. Há o componente dos juros, não há como negar, mas há a escassez global, causada pelos lockdowns planetários degolando as cadeias de produção.

Conforme algumas vacinas contra o coronavírus vão se desenvolvendo (inclusive algumas já tendo falhado, o que é normal), os apóstolos liberticidas da Salvação Pública, a mesma Salvação Pública que era nome do comitê com que Robespierre guilhotinava seus desafetos, já dizem que é necessário meter vacina a força no seu corpo. Como se o direito a dispor do próprio corpo não fosse princípio basilar do Direito. Quem discordar disso está a um passo de defender a escravidão. Mas ai de você se falar isso! Quem defende o direito agora é obscurantista e inimigo da ciência! Vivemos o sonho tecnocrata, a Salvação Pública é decidida por um bando de burocratas iluminados. Nem mesmo o Comitê de Planejamento Soviético sonhou tão alto.

No Bom Dia Brasil, da Rede Globo, vi comparações da época atual com a famosa Revolta da Vacina no Rio de Janeiro a época da República Velha e louvando os resultados da vacinação forçada. A diferença foi que a vacina naquela época foi contra uma doença natural pré-existente (varíola) e a vacina foi produzida por uma entidade brasileira com a fórmula consagrada, não um plano geopolítico muito bem coordenado por uma doença nova. Naquela época tínhamos o grande Oswaldo Cruz, não Henrique Mandetta e David Uip… Na Revolta da Vacina ainda havia jornais independentes que fossem contra a vacina. Hoje em dia, todos falam a mesma coisa e impõem os mesmos desejos. Os interesses estão tão grandes que há mais que dinheiro em jogo. Naquela época não havia OMS mudando de discurso a cada espirro em Pequim. Comparar ambas situações é como comparar Pedro Álvares Cabral com Sérgio Cabral.

Pela Salvação Pública não se pode tudo.

Nos mercados internacionais, o ouro e as ações de tecnologia deram corrigidas e se afastaram bastante do topo. Nenhuma alta sempre dura.

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