Bolsofato de Hidroxicloromito – Resumo semana 15

O Mercado financeiro se comportou nesta semana como se o vírus chinês já tivesse sido debelado. Quatro dias de alta com uma boa recuperação, formando uma resistência. Entretanto, sexta-feira o malfadado shooting star apareceu indicando que esta “resistência é resistente“.

No mercado americano a maior notícia é que o socialista Bernie Sanders desistiu da corrida presidencial, o que fez o Dow Jones subir quase cem pontos. Dizem as más línguas que após constatar que o coronavírus já espalhou miséria e encarceramento compulsório nos lares americanos, Sanders desistiu de sua campanha, já que os objetivos comunistas já foram alcançados. O mercado respira aliviado que o velhinho comuna esteja longe da Casa Branca. Agora a corrida será entre Trump e Creepy Joe, o ex-vice presidente que fala como Dilma Rousseff e tem uma péssima mania de tocar e cheirar adolescentes.

Resumo da política americana

Indubitavelmente a grande notícia vem do mercado de petróleo. Capitaneado por Trump, Arábia Saudita e Rússia concordaram em cortar a produção, elevando os preços de petróleo. O México reclamou e não concordou por conta de sua estatal petrolífera, mas tal são os interesses americanos que Trump prometeu compensações aos mexicanos.

Num movimento que há de ganhar forças nos próximos anos, o Japão anunciou estímulos para que suas indústrias deixem a China e nacionalizem suas cadeias de produção. Confiar na China é suicídio. A Nova Ordem Mundial talvez tenha se dado mal nesta, a cada dia que passa, ganha força entre a população mundial a rejeição à China, à OMS e a propostas de controle social global.  

Bolsonaro é a doença, a crise é a cura

A despeito das oposições políticas, o tratamento de hidrocloroquina e azitromicina vai salvando vidas, e a contragosto todos tem de admitir. Infelizmente tamanha foi a politização que virou o “remédio de Bolsonaro“. É de lamentar a oposição contra ele. Que o próprio Ministro da Saúde, que deveria estar lutando pela vida, resista contra o remédio, é marca de nosso tempo. Aliás, coroando o jogo de forças, o establishment se fechou em peso por defendê-lo contra sua (merecida) demissão. Por quê?

O nome do jogo político é isolamento. O sistema é duro, meus amigos. O establishmente todo se fecha contra o outsider, Jair Messias Bolsonaro. Os líderes do Congresso, do Supremo, da Mídia e de Pequim já decretaram seu fim. Ao lado de Bolsonaro, apenas as ambíguas Forças Armadas e o povo. A primeira, encharcada de positivismo e lealdades maçônicas, fica tão nos bastidores que nem sequer se percebe. O segundo está preso em casa por governadores tirânicos que tripudiam dos direitos mais básicos constitucionais para ferirem a economia e destruir o projeto bolsonarista.

Em uma engraçada pirâmide de Kelsen invertida, uma jurisprudência anti-cloroquina e pró-OMS ( e OMS é China) está sendo traçada. Vai levar décadas de bons juristas (onde estão? como vivem?) para desfazerem esta bagunça.

O mais curioso é que o sistema muitas vezes se derrota sozinho. É um mote das artes marciais usar a força do seu adversário contra ele mesmo. Em ação da OAB, solicitada por nenhum advogado, e clamada por nenhum defensor, o ministro Alexandre de Moraes determinou que a União não poderia ir contra as quarentenas impostas pelos Estados e Municípios. Pois bem, isso é uma derrota do governo, não? Não. O Supremo acabou de isentar Bolsonaro da culpa pela crise econômica e vacinou-o contra a raiva da população. As vezes quem quer te matar te salva.

E a raiva da população se faz sentir. Neste sábado de Aleluia, dia de malhar o Judas, uma gigantesca carreata em São Paulo lotou as Marginais e a Avenida Paulista pedindo o impeachment do governador João Dória, peça chave no esquema chinês e principal articulador do estrangulamento econômico nacional. O governador irritou o povo bandeirante ao ameaçar com prisão aqueles que não obedecessem sua aloprada quarentena, monitorada de maneira chinesa usando dados privados dos celulares, ao arrepio das mais básicas garantias constitucionais. O espírito de 1932 vive.

Que o Tsar da Rússia ou o Imperador da China te negem direitos é o esperado. Que o prefeito de São Gonçalo do Brejo das Almas te negue os direitos constitucionais, isso é de arrepiar. O monitoramento dos celulares nada mais é do que um experimento, mesmo que o estado esteja quebrado e não disponha dos recursos necessários para reprimir o povo, querem saber qual será a reação das pessoas e obviamente implantar pouco a pouco na mente a necessidade de obediência e submissão ao Estado.

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