Um novo normal – Resumo semana 14

novo normal

As tensões no mundo continuam altas, a repressão idem. A incerteza reina sobre o futuro da humanidade, um novo normal foi imposto.

O que é o novo normal?

O novo normal começa pela estrutura da sociedade. O modelo comunista chinês foi a base para enfrentar a crise. Nos jornais dos grandes meios de comunicação é difícil encontrar artigos, comentaristas que expliquem a realidade utilizando as palavras corretas.

A situação é horrível e deprimente, mas não é complexa nem difícil de entender. Pode ser resumida, sem exagero, nas seguintes palavras: O Brasil como nação independente não existe mais. É um protetorado chinês, governado por um embaixador prepotente e intolerante que tem a seu serviço a classe política, a elite judiciária, a mídia, o sistema de ensino e boa parte do empresariado. A classe militar, ciente da sua total inermidade ante o poder avassalador dessa autoridade estrangeira, faz de conta que não vê e tenta salvar as aparências. O presidente nominal não conta com outro apoio senão o da massa dispersa, desarmada e desamparada que o elegeu, e mal começa a tomar consciência de que não tem poder nenhum. O Brasil está derrotado e não se levantará, exceto na hipótese remota de os EUA quebrarem a espinha do poder chinês.

Olavo de Carvalho – Filósofo

Medidas ditatoriais são os termos que deveríamos estar discutindo dia e noite nos meios de comunicação em relação às medidas tomadas pelos governos de forçarem as pessoas a não sair mais de casa, multar e utilizar drones nas ruas para monitorar quem ousassem desobedecer as ordens do órgão que só pensa no bem comum.

Há 20 anos atrás se falássemos que medidas como estas entrariam em vigor, nos chamariam de teoristas da conspiração. Pois bem, diante de nós, segundo a grande imprensa, não estão medidas que os ditadores sempre sonharam, temos sim um novo normal. Houve, ao nosso ver, uma ruptura nos valores ocidentais que construíram a humanidade moderna.

Da sociedade para a economia

A liberdade de expressão, que já vinha sendo decepada na Europa, está prestes a desaparecer. Quem ouse dizer uma só palavra contra os órgãos internacionais é julgado como criminoso, suas palavras tachadas como fake news e sua boca calada. Na China, jornalistas e médicos desaparecem como a poeira que é variada para fora de casa.

O problema maior é que este modelo de repressão está sendo copiado pelos governos. Prefeitos acham-se no direito de colocar a força policial para interrogar os moradores sobre os motivos que eles estão saindo de casa. Um absurdo que os mais histéricos acham que o importante é a “saúde”.

A supressão da liberdade de expressão obviamente terá consequências no mercado financeiro. Se não podemos mais discordar de medidas de confinamento, que dirá das medidas de intervenção do Estado nos mercados?

Deste modo, as informações que são carregadas nos preços dos ativos são distorcidas, empresas não se preocupam mais em manter sua saúde financeira para enfrentar crises, muito menos de seguir as regras mais rígidas. Porque, no final, sabem que o governo virá acudi-las.

Mais e mais o governo se torna sócio das empresas. Contudo, até os liberais esquecem que intervenção estatal gera mais intervenção. Logo, está é o novo normal. Baseado no modelo chinês. Tudo no Estudo, tudo para o estado. Mesmo que salvem-se os empregos, as bolsas de valores, tudo estará sobre a tutela dos governos. Exatamente como Karl Marx sonhou.

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