Matando a vaca para acabar com o carrapato – Resumo semana 13

Doria coveiro

Enquanto o mercado financeiro se recuperou esta semana, a crise chegou ao mundo real. A fome foi levada aos lares brasileiros por conta de quarentenas alopradas lideradas por tiranetes nos três poderes: governadores e prefeitos cada um querendo aparecer mais que o outro travando cidades e apreendendo bens de empresas, e protestos proibidos por liminares pedidas por colorados promotores e aceitas por juízes mais esquerdistas que os seus colegas de Pequim.

Tanto o governo americano quanto o brasileiro prometem a azitromicina e hidrocloroquina keynesiana dos estímulos. O Brasil vai torrar boa parte das economias feitas com a reforma da previdência. Ajudaria mais se os governadores, mormente São Paulo e Rio, que ambiciosos sonham com a faixa presidencial mesmo as custas de trair o aliado das eleições, Jair Bolsonaro, não travassem seus Estados, a despeito dos clamores da população mais pobre.

Em São Paulo os números de óbitos do coronavírus foram inflados por uma maquiavélica medida: qualquer morte por doença respiratória, a despeito de autópsia ou o exame devido, será atribuído ao coronavírus, com grandes prejuízos às famílias, privadas de velório e tendo de pagar caixões mais caros. Ninguém mais morre de tuberculose, pneumonia, H1N1, asma e tantas outras, o coronavírus ganha a fama e os números. Denúncias correm o Brasil de letalidade inflacionada artificialmente. Que a China minta minimizando é esperado, que São Paulo minta maximizando é de cair o cu da bunda.

Quanto à imprensa, não para de celebrar e repisar cada morte, num noticiário de medo que obrigou até o Ministro da Saúde, Mandetta, a recomendar que se desligue a TV. A torcida pelo coronavírus no Brasil é maior que a dos Corinthians e do Flamengo. Tudo pela terra arrasada que possa prejudicar Jair Bolsonaro. Supostas dissidências entre Bolsonaro e Mandetta (como outrora com Moro, Guedes e tantos outros) são plantadas diariamente. É paradoxal que justamente quando o vírus chega ao Brasil nossas informações sejam cada vez mais contraditórias. Eu até mesmo chego a duvidar se este vírus existe, tamanha são as mentiras e manipulações.

Mas a laranja não cai longe da laranjeira. De acordo com o Jornal Brasil Sem Medo, os governadores João Dória (PSDB-SP), Helder Barbalho (MDB-PA), Ronaldo Caiado (DEM-GO), Eduardo Leite (PSDB-RS) e Romeu Zema (Novo-MG) participaram de uma reunião discreta com o embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming. Que medidas verdadeiramente chinesas estão sendo tomadas não surpreende. Vai o Brasil se tornar uma colônia chinesa? A depender dos governadores, já se tornou.

Na Europa, atingida igualmente por praga igual e com suspeitas de números inflados, especialmente na Itália (todos óbitos são coronavírus), já começa a faltar produtos frescos. No Brasil, de acordo com o jornalista Leonardo Coutinho, usando os números da operadora de cartões ELO, a exceção de supermercados e farmácias, todos os setores registraram quedas no faturamento. Os caminhoneiros querem a cabeça dos governadores. Há que se observar, os caminhoneiros e as tias do Whatsapp são a grande força do Brasil.

Na China, retomando a normalidade depois de ter espalhado seu bichinho pelo mundo, e esperando se tornar senhora deste, gigantescos tumultos correm, como na fronteira entre as províncias de Hubei e Jiangxi. Disse Aristóteles que um governo cai quando há dissensão em sua classe dominante. Não sabemos o que se passa lá, mas o ocidente se chinezifica rapidamente. Como bem observou o deputado Luis Philippe de Orleans e Bragança: “Na onda de calamidade pública, toda cartilha do economista marxista Thomas Piketty está em pauta: renda mínima, impostos sobre grandes fortunas, imposto sobre dividendos, mais imposto sobre herança, mais projetos assistencialistas etc. Socialistas sabem aproveitar as crises. “. Será que não passamos do limite em que as liberdades individuais democráticas já não foram esgarçadas demais?

Em nome da Salvação Pública nossos tiranetes já nos puseram num simulador de comunismo: Toque de recolher; proibição de frequentar lugares; comida e liberdade limitadas, medo provocado por propaganda; monitoramento de deslocamento por celular, confisco de mercadorias, proibição de manifestação, igrejas fechadas, estatísticas mentirosas, tecnocracia ineptas, lumpemproletariado libertado das cadeias…

Mas os tiranetes não apenas locais: a Organização Mundial da Saúde, que come no cocho da China, elogiando seu regime, minimizando a pandemia, ostracizando Taiwan e perseguindo a cura da hidrocloroquina, vira de jurisprudência para o Ministério Público e Justiça. Desde quando a OMS tem soberania no Brasil? Ainda mais com seu chefe, a quem não faltam evidências de ser militante esquerdista. O Brasil é o único país do mundo em que até os liberais pedem a obediência ao Estado. A “saúde vale mais que a economia”, dizem aqueles que até anteontem defendiam o aborto como uma maneira de melhoras as condições econômicas dos mais pobres.

Francamente, viver num mundo sem liberdades e em recessão é bem pior que o vírus. Desde o início o Quinto Poder tem alertado sem histeria quanto aos perigos desta doença, agora vemos que os males causados à liberdade são bem piores que a doença em si.

A Bolsa sempre antecipa a crise. Espero que tenha antecipado a cura. O mercado financeiro não teve circuit-breaker e ensaiou uma recuperação. Paulo Guedes já falou ao mercado, e passou tranquilidade. Espera que a recuperação seja rápida.

Nós também, se a necessidade de derrubar Jair Messias Bolsonaro pelo Establishment não necessitar de mais falências e cadáveres.

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