O vírus chinês – Resumo semana 12

Vírus Chinês

O vírus chinês espalhou-se por todo mundo. O pânico na população, o frenesi no mercado, as imposições governamentais. Tudo nos leva a crer que ninguém no mundo estava preparado para uma situação destas. A questão é as críticas ao governo brasileiro são relevantes? Em qual medida nós somos competentes para avaliar a situação? Quais as decisões de investimentos corretas para nos protegermos?

A rapidez com que o vírus se espalhou assustou a todos. Toda população foi pega de surpresa. Os governos mostraram as fragilidades de seus sistemas de saúde. A Itália é hoje o país onde nós temos o maior número de mortos, muito provavelmente por causa da idade avançada de sua população. Ademais, o vírus infesta Espanha, Alemanha, Brasil, Estados Unidos. Nenhuma grande nação ficou livre da peste.

Além disso, tivemos a polêmica sobre o nome do vírus. Ela começou quando Donald Trump chamou o vírus chinês de vírus chinês. Este fato evidência como a esquerda sabe bem o peso das palavras na construção de uma narrativa. Por ora, livrar a barra do movimento comunista internacional é o objetivo dessa gente.

A China espalha seus erros pelo mundo

Não é a primeira vez que o hábito de comer bestialidades na China causa problemas no mundo. Em 2003, como já falado aqui no site, resultou na morte de mais de setecentas pessoas em uma epidemia que se espalhou pelo país. O problema não é a epidemia em si, mas sim o modo como o Partido Comunista Chinês se posta frente a essas situações. Diferentemente de 2003, desta vez, a peste correu o mundo. Transformou-se em uma pandemia. Entretanto, todos aqueles que se atrevam designar o nome correto ao vírus chinês são acusados de atacar o povo da China. Os acusadores apresentam fatos que comprovam que o Partido Comunista Chinês desde o início dos primeiros casos ocorridos escondeu do mundo a situação.

Repito aqui o que já falamos, as tentativas do Governo comunista de reprimir foram basicamente: prender pessoas, levar pessoas a força para quarentena e espancar quem estivesse na rua sem máscaras. O totalitarismo foi levado ao nível máximo até fazer com quatrocentos milhões de pessoas ficassem trancadas em casa, muitas sem comida.

As raízes do vírus chinês

Tomemos o caso emblemático de Eduardo Bolsonaro. Em seu twitter oficial, ele afirmou que a pandemia se originou na China e, portanto, a disseminação era culpa do governo chinês por não ter agido de maneira correta desde o primeiro caso.

O alvoroço foi imenso na mídia todos os jornalistas, como de costume, atacaram Eduardo acusando-o de atacar o povo chinês e de querer prejudicar a relação Brasil-China. A Embaixada Chinesa no Brasil respondeu pela mesma rede social de forma ríspida utilizando uma publicação alheia que afirmava que a família Bolsonaro era um risco para o país, além, claro, de fazer ameaças a Eduardo.

A banda podre liderada pelo Nhonho não poderia ficar de fora, ele que é colocado como o grande estadista e o representante da nação brasileira por todos os órgãos de mídia tradicionais, por meio de seu twitter, lançou uma nota afirmando que o congresso brasileiro se desculpava com o povo chinês. Sino Gomes juntamente com alguns deputados do PSL também vieram a público defender os comunistas.

Não a toa, Bolsonaro é atacado todos dias seja pelo poder judiciário, pelo poder legislativo ou pela mídia. E a sua defesa não anda bem. As falhas na comunicação do Presidente com o povo têm custado caro, cada vez mais as pessoas que votaram em Bolsonaro estão saindo da base de apoio influenciados pela narrativa fantasiosa da mídia – que se sente mais a vontade de atacar o presidente com mentiras e sensacionalismos. Destacamos também a canalhice dessa gente que politizam uma situação grave para apavorar a população, desestabilizar o governo não seguindo os preceitos básicos do jornalismo que são de informar e orientar a população. Afinal, para os marxistas o que interessa é o vencer o jogo político, não salvar vidas.

Bolsa de Valores

Essa moleza do governo Bolsonaro em responder a mídia no tom correto a enquadrando e mostrando para todos brasileiros, não somente às pessoas que o seguem nas redes sociais, as mentiras da mídia tem sido vitais para criar mais instabilidade no país.

Por isso, nós tivemos oito circuit breakers no mês de março. Claro que isso não é culpa do Bolsonaro – como muitos dizem. Contudo, os efeitos poderiam ser amenizados se lá em janeiro de 2019 o Presidente Bolsonaro tivesse reforçados a comunicação com as classes mais baixas, com aqueles que só assistem televisão.

Falando em mercado, as bolsas do mundo inteiro também despencaram. Tanto que os bancos centrais e governos anunciaram medidas monetárias – Quantitative Easing e redução de juros – e fiscais – aumento dos gastos de governo- para socorrer suas economias. A China, por sua vez, já fala em acelerar os ritmos das taxas de impostos, porém, pouca diferença no humor dos investidores é notada, muito em virtude do contínuo avanço da pandemia.

Neste sentido, os Estados Unidos anunciaram ajuda nas reservas internacionais para nove países, incluindo o Brasil. Isso para nós, sua mais como uma guerra que ocorre debaixo dos nossos narizes. Claro, o objetivo principal de Donald Trump é fazer com que a economia não só dos Estados Unidos, mas como dos seus parceiros comerciais, não pare, não entrem em recessão. Contudo, não podemos ignorar o fato de que ele luta para aumentar o seu poderio americano e diminuir a dominação da China sobre o mercado internacional.

Considerando que a Europa está totalmente paralisada, visto que suas maiores economias estão com as pessoas trancadas em casa, o único e o maior parceiro comercial da China são exatamente os Estados Unidos. Assim sendo, é uma oportunidade de ouro para Trump convencer não só às empresas americana, mas também às situadas em países aliados, para que saiam da China e construam uma nova cadeia de suprimentos sem ficar à mercê das vontades do partido comunista chinês. Seria a maior vitória do governo Trump.

Como poderá ficar a economia brasileira depois do vírus chinês?


Olhando para os ativos brasileiros, algumas ações de ótimas empresas estão extremamente desvalorizadas. No entanto, nós recomendamos que se espere um sinal de melhora para que se faça alguma compra, pois não sabemos a extensão da pandemia nem quanto tempo o comércio e a indústria aqui no Brasil ficarão fechados.

De olho nestas incertezas, estudos começam a aparecer. A FGV divulgou um que no pior cenário a economia brasileira recuaria 4,4%, sendo o maior recuam anual de todos os tempos. Isto para o Brasil é quase uma catástrofe, pois estamos em um ano o qual esperávamos uma retomada da economia e por causa de um negro cisne negro, um acontecimento não esperado, nós temos então uma nova dinâmica de mercado que vai mudar estruturalmente tudo, até a cadeia de suprimentos mundial.

Portanto, com certeza, os efeitos dessa pandemia serão sentidos por vários anos. Talvez nem tanto nos números apresentados pelas economias, mas sim, na forma com a qual as empresas se agrupam e distribuem suas produções pelo mundo. Por esta razão, esperamos que a disputa entre Estados Unidos e China, entre República e ditadura comunista, intensifica-se e, por conseqüência, abram-se oportunidades para os países que estão lateralmente posicionados a ela.

Por fim, recomendamos cautela. Para quem tem caixa sobrando que compre em pequenos lotes as ações de empresas que estão bem posicionadas e que mesmo em uma situação de total paralisação da economia continuam conseguindo auferir lucros.

O vírus nasceu na China, branco, com olho puxado, é chinês.

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