Carpe diem – Resumo semana 6

O Coronavírus já matou mais que a SARS, segundo os – Ai Jesus! – números oficiais. Mesmo o médico que denunciou a epidemia, e foi ameaçado pelo governo chinês por espalhar mentiras, já morreu.

Só precisa se preocupar com a queda das Bolsas quem acha que a epidemia será debelada. A pancada no PIB chinês será bruta. Mas se a epidemia for varrer a humanidade, ou pelo menos parte dela, não importa se você tem ativos ou dinheiro em conta. O inventário será um problema de qualquer jeito para os sobreviventes, dado que faltarão juízes, advogados e serventuários para tramitar a sua sucessão.

No Brasil se espalha a tese de que já há coronavírus, mas a notícia é ocultada para “proteger o Carnaval” – Como se o resto da humanidade fosse obtusa o bastante para viajar em massa com esta epidemia para um país pobre, quente e cheio de mosquitos para uma aglomeração em massa! Outra coisa, o governo Bolsonaro sentado na bomba-relógio proteger o Carnaval? Se o fosse para proteger o nióbio ou o grafeno, vá lá… Por fim, se nem mesmo os menagès-a-trois do novo nome para a Secretaria de Comunicação ficaram ocultos, como tal segredo explosivo ficaria mantido em Brasília???

Quem sobreviver que se preocupe com a queda da China. Queda da China? O governo chinês já prometeu uma chuva de ouro por seu Banco Central nos mercados. E dai que a Bolsa de Xangai caia 7%? Apenas um cataclisma estilo Chernobyl pode revelar a malícia e manipulação comunista. É fato, não é achismo, a pancada no PIB chinês vai ser dura, repito o óbvio. Mas a máquina de imprimir dinheiro lá também tem o tamanho e pujança da Grande Muralha.

Todos sobreviveremos. E sobreviveremos para ver a menor inflação de janeiro desde o Plano Real! Estamos com juros reais negativos, meus amigos! Tirem o dinheiro do banco e do fundo DI, estamos rasgando dinheiro. Vamos gastar, porque amanhã podemos morrer. Carpe diem. Não economizem. Gastem. Invistam na Bolsa, de preferência short na China.

Esta semana nem quero ver o gráfico da Bovespa. Prefiro colocar em ordem minha relação com Deus.

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