O retorno on fire – Resumo semana 47

Após três semanas sem escrever, estamos aqui voltando. Os acontecimentos se acumularam nestas três semanas. Mas com certeza o que nos deixou sem palavras, até para escrever, foi a soltura de vários presidiários Brasil a fora. O mais conhecido, Lula.

Já havíamos mostrado nossa preocupação em relação aos acontecimentos envolvendo vários países da América Latina. Com o líder do Foro de São Paulo solto no Brasil, não poderíamos esperar outra coisa do que desvalorização do real e bolsa em queda.

Obviamente, o motivo da alta do dólar não está 100% relacionado ao Chefe. O ambiente geopolítico entre China e Estados Unidos e a força da economia americana têm sua parcela neste novo patamar do dólar. Ficamos tranquilos, quanto ao valor atual do dólar por causa do posicionamento do ministro Paulo Guedes, pois, ele já esperava por isso.

Embora alguns jornais tenham usado a alta do dólar para reclamar, lembremos que políticas de controle de câmbio nunca funcionaram e quando foram utilizadas no governo da petista Dilma, não eram criticadas.

Foro de São Paulo

O que alguns chamam de protestos e o povo saindo para as ruas, nós chamamos de terrorismo e grupos organizados seguindo ordens. Ora, não se passou um mês para descobrirem que existiam venezuelanos e cubanos infiltrados nos protestos. Não seria uma insanidade pensar que noutros países a situação é a mesma. Aqui levanto a pergunta: se ainda tivéssemos os médicos cubanos por aqui, o que aconteceria com o Brasil?

O fato é que Chile, Equador, Colômbia e Bolívia passam por conflitos. Quase simultaneamente. Qualquer tentativa de repressão do quebra-quebra é taxado com excesso pela imprensa.

Relações comerciais

Muito se tem falado que um acordo entre americanos e chineses estaria próximo. Ressaltamos nossa visão, que se mostra acertada desde o início do ano, de que os chineses não querem acordo. Se o fizerem será somente sob seus termos. Claramente, Donald Trump não aceitará e o acordo não sairá, no curto prazo.

A contra-revolução que acontece em Hong Kong foi para o cerne das relações das duas potências. Enquanto a China tenta estender seu braço de repressão e controle político, os Estados Unidos posiciona-se pela manutenção do acordo de liberdade e pelo desenvolvimento da democracia no país asiático. A disputa está ficando intensa, tanto que os chineses tomaram medidas de suspensão de vistos.

Aos nossos olhos é mais um ingrediente para apimentar a guerra fria entre o Partido Comunista Chinês e os americanos.

Portanto, vários pontos ainda terão que ser retomados e analisados com maior detalhe nas próximas semanas. Vemos um mundo on fire, os acontecimentos borbulham e saber equacionar tudo o que acontece para transformar em sinal de compra ou venda é o grande segredo destes tempos turbulentos.

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