Depois da tempestade, a calmaria – Resumo semana 24

Você está demitido!” – a famosa frase de Donald Trump em “O Aprendiz” se aplicaria a Jair Bolsonaro. Demitiu o problemático e sinofílico General Santos Cruz. Demitiu ( ou pelo menos empurrou à demissão) a Joaquim Levy, o ambíguo ministro do governo Dilma que queria em nomeações romper com a base que elegeu o governo. Finalmente, ameaçou demitir o presidente dos Correios se este se opusesse à privatização.

A imprensa, que é vermelha por dentro e por fora feito um suculento tomate, lamenta e diz que o Mercado financeiro não gostou. Os números do Mercado dizem o contrário. Governo brasileiro alcança vitórias importantes no Congresso, inclusive com liberação por unanimidade de créditos suplementares afastando a ameaça imediata fiscal. A reforma da previdência avança, estimada em 900 bilhões.

A semana 24 foi bem calma. Porém, no fim da semana um pavão misterioso surgiu e descobriu hackers russos, pagos em sonantes bitcoins e trocados logo por rublos. Vejam só, bitcoin é tão lamentável como moeda que um hacker, um mestre da computação, preferiu o rublo de Putin… Pois é, Bitcoin não compra vodca. O Bitcoin nesta história tem a mesma de um PayPall da vida. É um meio de pagamento, mas não foi reserva de valor.

Internacionalmente, tensões geopolíticas jogam com o preço do petróleo, com um incidente entre o Irã e um petroleiro americano. A Rússia precisa desesperadamente de uma alta do petróleo, mas a produção de xisto não deixa.

A disputa entre China e EUA chega aos eletrônicos, ameaçando o suprimento de terras raras, metais lantanídeos, necessários aos eletrônicos americanos. A China é o maior produtor mundial de terras raras.

Mas o Federal Reserve americano adotou um tom dovish, portanto, Wall Street procurou alcançar seus recordes. E as tensões? É o mapa do ouro, já querendo formar topo:

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