O primeiro passo

Sem dúvida o primeiro passo é o equilíbrio das finanças. A poupança – aqui me refiro ao termo técnico e não ao produto financeiro – só existe quando gastamos menos do que consumimos.

“Só fazemos melhor aquilo que repetidamente insistimos em melhorar. A busca da excelência não deve ser um objetivo, e sim um hábito.” – Aristóteles

Uma das causas do desequilíbrio das contas é o hábito de gastar. Às vezes, buscamos o prazer imediato com coisas que não são essenciais. O hábito de gastar com coisas não relevantes vai aumentando aos poucos. Quando percebemos, uma grande bola de neve chamada endividamento se formou.

Por isso, a frase de Aristóteles se encaixa aqui. Atingimos a excelência no consumo. E, não somos mais felizes sem tomarmos uma cervejinha com os amigos na quinta-feira à noite, a sexta sem aquele hambúrguer, o domingo sem as compras no shopping. Assim, hábitos que nos prejudicando são chamados de vícios.

Portanto, antes de mais nada precisamos querer mudar os vícios que nos seguram e olharmos para um objetivo maior: a tranquilidade financeira. Nos próximos posts caminharemos não só pela parte técnica que envolve investimentos, mas também pela mudança de postura que devemos ter para acumular capital e, mais importante, preservá-lo.

 

 

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